Quando as chuvas não trazem vida
Quando as asas carregam veneno
Quando as cobras procuram humidade
Quando os livros apodrecem amarelos
Quando a areia varre o sopro novo
Quando só a vida que mata floresce
Quando a terra corre fluída além de nós
Quando a Malária acorda as seis da tarde
Quando o vento voa nos cadáveres soltos
Quando as formigas furam tudo vorazes
Quando as barrigas incham de fome
Quando se aproxima Fevereiro
Quando a trovoada ribomba
São os passos da Morte
Quando as asas carregam veneno
Quando as cobras procuram humidade
Quando os livros apodrecem amarelos
Quando a areia varre o sopro novo
Quando só a vida que mata floresce
Quando a terra corre fluída além de nós
Quando a Malária acorda as seis da tarde
Quando o vento voa nos cadáveres soltos
Quando as formigas furam tudo vorazes
Quando as barrigas incham de fome
Quando se aproxima Fevereiro
Quando a trovoada ribomba
São os passos da Morte
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